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Biblioteca de Pais
APEGO DA CRIANÇA

Francisco B. Assumpção Jr

10 de dezembro de 2007

APÊGO DA CRIANÇA

 

Francisco B. Assumpção Jr.

 

 

Pergunta: Meu filho de 2 anos é muito apegado a mim, não fica dois minutos sozinho no quarto ou na sala sem vir me procurar. Como sou separada, quando foi passar um mês com o pai,  não mostrou estar sentindo nem um pouco a minha falta. Quando falo com ele ao telefone, rapidamente se desinteressa. Isso é normal?

Resposta: A criança de 2 anos está em um período de socialização familiar no qual, paralelamente a presença da mãe (que ainda continua a pessoa mais importante desse processo) inclue outros elementos de sua família, entre eles o pai.

        A presença materna, justamente por ser a mais importante, dá a criança sentimentos de segurança e apoio que fazem com que, ela procure estar sempre próxima.

        Com seu crescimento, gradativamente ela vai percebendo que essa segurança pode persistir mesmo na sua ausência física, o que não significa abandono nem perda. Principalmente se ela permanece junto a outro membro da família, com o qual tem vínculos afetivos, como o pai ou outros parentes.

        Por outro lado, o fato de não viver junto com o pai faz com que essa oportunidade seja (se acompanhada de boas experiências na relação) valorizada e, por isso, aparentemente não demonstre a falta que você espera.

        Vale lembrar que, em um processo de separação conjugal, muitas vezes o ciúmes ou a disputa entre as partes, faz com que esperemos que a criança se posicione ao lado de um deles, o que não é útil nem necessário.

        Pense para verificar se, mais do que um problema de seu filho, que pode estar simplesmente desfrutando da presença do pai com quem não pode conviver cotidianamente, o problema não é seu que se sente privada do interesse constante dele.


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